Neste PBL, aprendi que as interfaces digitais podem ir além de recursos técnicos e atuar como mediadoras que influenciam a forma como compreendemos e nos relacionamos com o conhecimento, conforme discutem Johnson (2001) e Almeida (2003).
Também compreendi a diferença entre interatividade, associada às possibilidades técnicas das plataformas (Primo, 2007; Silva, 2000), e interação, que diz respeito às relações construídas entre os sujeitos, sendo fundamental para a aprendizagem (Pimentel, 2013; Vygotsky, 2007).
Percebi ainda que a simples presença de tecnologias não garante inovação pedagógica, podendo até reforçar práticas tradicionais quando não há intencionalidade educativa, como alertam Lévy (1993) e Pinto (2005).
Nesse contexto, ficou evidente o papel central do professor na mediação das interações, promovendo diálogos e construções coletivas (Almeida, 2003; Pimentel, 2013). Por fim, desenvolvi um olhar mais crítico sobre as tecnologias na educação, entendendo que seu potencial depende das práticas pedagógicas que as orientam.
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